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레이달리오

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Updated2026-10-28 07:00:00

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Ray Dalio: A CRISE de 2020 será maior que a recessão de 2008

Luiz Hota · 2020-06-04 · 유튜브 시청 3,064 · Board Views 0 · International

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저자: LuizHota—영상주발언자는RayDalio인용소개,출연자소속미상 · 외국인

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Ray Dalio의 2020년 경기 전망 인용 정리 영상. 결론: 2020년 위기는 2008년보다 크며 1932년 대공황과 유사할 수 있다는 견해. [위기의 성격] 코로나19 사회적 거리두기로 인한 소득 충격이 핵심이며, 소득 손실과 대차대조표 손실을 함께 봐야 한다고 설명. [통화·부채] 미 연준이 국채를 매입하고 재무부가 돈을 푸는 방식으로 막대한 통화 확대 진행. 미 부채는 약 25.3조 달러(GDP 대비 약 107%)로 언급. [세계 경제 취약성] 세계 금융의 약 70%가 달러 기반이라 달러 유동성이 부족한 국가들은 공백이 생길 수 있다고 주장. [경제 4대 요인] 생산성(장기 1~3% 성장), 단기 부채 사이클(8~10년), 장기 부채 사이클(50~75년), 정치(부의 격차·국내외 권력 경쟁)로 제시. [사이클 판단] 1945년 시작된 현 장기 부채 사이클이 75년 경과해 전환 가능성 시사. 다우 지수는 약 12년 강세장 후 정점 가능성 언급. [투자 전략] 시장 타이밍은 최악이라는 Dalio 견해 소개. 올웨더 포트폴리오 제시: 주식 30%, 장기채 40%, 중기채 15%, 금 7.5%, 원자재 7.5%. [출연자 전망] 2020년 상황을 1930~1945년과 유사하게 보며 변동성 큰 시기 전망. 구체적 종목·가격 목표는 없음.

다듬은 글

※ AI가 다듬은 글(오탈자·군말 정리)

01. Na entrevista recente, Ray Dalio disse que acha que a crise de 2020 será maior que a que tivemos em 2008, e que será parecida com a Grande Depressão de 1932. Deixe o próprio Dalio explicar. Eu vejo isso como um tsunami: o vírus atingiu a economia por meio do distanciamento social, e as consequências, quando olhamos os destroços, precisam ser pensadas em termos de renda e balanços. Houve uma enorme queda de renda, e depois as perdas nos balanços, e a questão de quem tem quais poupanças. Para entender isso, é preciso perceber que existem buracos na renda e nos balanços, e que há a produção de dinheiro e crédito, e quem produz esse dinheiro e esse crédito.

02. O dinheiro e o crédito vêm em diferentes versões. Há o dólar americano, o euro e assim por diante. Quando olhamos o mundo, vemos uma situação que, na prática, já existiu no período de 1930 a 1945. Agora vemos a produção de muita dívida, muitos empréstimos do governo, juros zero e uma política monetária que não é a tradicional, mas a produção de muito dinheiro e crédito. O Federal Reserve está comprando dívida do Tesouro, e o Tesouro está levando esse dinheiro aos americanos de forma imperfeita, mas muito grande. Os europeus fazem o mesmo à sua maneira. O banco central europeu é menor, porque o mundo vive com cerca de 70% em dólares e uma pequena parte em euros. Assim, o resto do mundo terá lacunas que não serão preenchidas. Se você pensa na impressão de dinheiro e nos empréstimos americanos, isso nos deixará com muita dívida e monetização. Isso é algo interessante de discutir: quem vai pagar essas contas e como isso será dividido.

03. Estamos num mundo novo, que se parece mais com o de 1932 a 1945, e grande parte do mundo não vai receber esse dinheiro e esse crédito. Hoje temos muita dívida nas mãos. Em 2020, o montante gira em torno de 25,3 trilhões de dólares, cerca de 107% do PIB. Precisamos nos perguntar: com toda essa dívida e toda essa impressão de dinheiro, quem vai pagar a conta no fim do dia, e como tudo isso vai acabar? Antes de responder, é preciso entender como a economia funciona e quais padrões-chave aparecem ao longo da história.

04. Vou deixar Dalio explicar de forma bem simples. Se eu puder tomar um minuto, gostaria de apresentar um modelo que nos leva pelos últimos mil anos, com as coisas que aconteceram repetidamente. Há um padrão que quero transmitir.

05. Existem quatro forças que movem nossa economia, nosso padrão de vida e nossa riqueza. A primeira e mais poderosa é a produtividade, que vem de pessoas aprendendo, inventando e fazendo bem as coisas, como Marco descreveu. Ela cresce devagar, 1, 2 ou 3% ao ano, não é volátil porque envolve conhecimento, mas cresce e eleva nosso padrão de vida ao longo do tempo.

06. Depois há o ciclo curto da dívida, com recessões, expansões e booms, que duram cerca de 8 a 10 anos. E há o ciclo longo da dívida, que se repete aproximadamente a cada 50 a 75 anos e marca o início de um novo tipo de dinheiro e de crédito. O novo ciclo começou em 1945, com a nova ordem mundial no fim da Segunda Guerra Mundial e o sistema monetário de Bretton Woods, que criou um novo dinheiro. Em grande parte, eles eliminaram o dinheiro antigo e começaram do zero. Essa é a nova ordem mundial, a ordem americana, e ainda hoje cerca de 70% do dinheiro e do crédito da economia são em dólares. Tradicionalmente, o que se vê é o colapso desse sistema.

07. A quarta influência é a política, que é, em grande medida, como lidamos uns com os outros. Há a política interna e a externa. A interna trata de como lidamos com o abismo de riqueza e o abismo de valores: temos uma missão comum, um sonho americano em que concordamos e perseguimos juntos, ou brigamos pela riqueza? Quando olhamos a história, as revoluções são exatamente isso, de várias formas. Às vezes são revoluções pacíficas, às vezes disruptivas, mas sempre há uma mudança de riqueza que precisa acontecer. Em 1933, por exemplo, Roosevelt mudou políticas e impostos. Em outros países, a democracia foi substituída, e Hitler chegou ao poder por causa desse abismo. A política externa trata das relações entre países. Quando uma potência em ascensão desafia a potência existente, há competição e risco de guerra, e a forma como lidam um com o outro é o momento decisivo.

08. No ciclo curto da dívida, parece que estamos chegando ao fim dele. O gráfico do Dow Jones, que é um bom indicador para o mercado americano como um todo, mostra doze anos de um forte mercado de alta. Mas, se recuarmos 70 a 80 anos, vemos melhor o ciclo longo da dívida, que, como Dalio disse, dura em média de 50 a 75 anos. A má notícia é que já se passaram exatamente 75 anos desde o início do ciclo longo atual, que começou em 1945. Isso é um forte indicador de que as coisas podem estar prestes a mudar. A pergunta é: que condições de mercado podemos esperar no futuro?

09. Dalio acha que estamos numa situação semelhante à de 1930 a 1945, porque os ingredientes são exatamente os mesmos: dívida nas mãos, juros baixos, enorme impressão de dinheiro etc. A má notícia é que aquele período não foi exatamente o mais divertido ou lucrativo para investidores. Tivemos a Grande Depressão e, a partir daí, uma volatilidade bem grande.

10. Então, o que devemos fazer com nossos investimentos durante esse período? Dalio diz que a pior coisa que alguém pode fazer é achar que consegue acertar o momento do mercado. O que o investidor individual precisa é saber diversificar bem e de forma equilibrada. Para isso, ele criou o que chamou de "portfólio de todas as estações" (all-weather portfolio), pensado para atravessar qualquer estação econômica e ainda assim ir bem. Ele tem 30% em ações, e Dalio gosta de usar ETFs para se expor ao mercado de ações, inclusive ETFs mundiais, para diversificar o patrimônio entre países ao redor do globo. Depois, 40% em títulos de longo prazo, 15% em títulos de prazo intermediário e 7,5% em ouro, outra coisa que Dalio mencionou recentemente: ele diz que quem não tem ouro não entende nem de história nem de economia. Por fim, 7,5% em commodities. Esse portfólio diversificado e equilibrado, segundo Dalio, deveria atravessar essa tempestade econômica.

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